Rota do Rio Agüeira
- Endereço Francos, Pezós/Pesoz Astúrias ocidental
- Distância Distância: 8,12 kms
- Dificuldade Dificuldade: Media
- Desnível acumulado + Desnível acumulado: +543 m
- Desnível acumulado - Desnível acumulado: -543 m
- Altitude máxima Altitude máxima: 322 m
- Altitude mínima Altitude mínima: 140 m
- IBP index IBP index: 53
- Modalidade Modalidade: Senderistas
- Tipo percurso Tipo percurso: Circular
- Tipo de rota Tipo de rota: Montaña
- Retorno de Comboio Retorno de Comboio: Não
Um percurso que combina natureza, história e arquitetura tradicional no oeste das Astúrias.
A Rota do Rio Agüeira começa na pequena aldeia de Pezós/Pesoz, onde vale a pena visitar a igreja paroquial de Santiago, de origem românica, bem como a torre de Pesoz e o Palácio de los Ron, que dominam o vale. A partir daqui, o caminho desce em direção ao rio Agüeira, entrando num frondoso bosque de castanheiros que acompanha o percurso com o murmúrio da água e a sombra das árvores.
A primeira parte do percurso acompanha a margem do rio até o atravessar, altura em que o caminho sobe em direção à aldeia de Sequeiros, onde ainda se podem ver algumas estruturas tradicionais. A partir deste ponto, o caminho faz um desvio à esquerda e desce até ao rio Ahío, onde uma ponte pedonal de madeira permite atravessar o leito do rio junto aos restos do moinho de Sequeiros, um enclave que reflecte a relação histórica entre o homem e o uso do rio.
O percurso continua a subir por entre pinhais e castanheiros até chegar a Argul, uma aldeia declarada Bem de Interesse Cultural em 2004 devido à sua arquitetura única. As casas de Argul foram construídas sobre um afloramento rochoso natural que permitiu a construção de grandes casas sem necessidade de fundações, mas a inclinação da encosta tornou necessário criar corredores e túneis para ligar as casas sem sair para o exterior. A utilização de materiais locais, como a ardósia, a madeira e o barro, caracterizou as construções. Além disso, as casas organizavam-se em torno de um pátio central com pombais e hórreos (celeiros). É famosa a Casa de Vilar, com um túnel de quase 20 metros de comprimento, bem como a Casa de Juan Alonso Villabrille y Ron, escultor da corte de Felipe V. A Capela de San Antonio, com o seu retábulo barroco adaptado ao reduzido espaço interior, completa o conjunto arquitetónico.
Depois de explorar Argul, o percurso desce em direção ao rio Agüeira, seguindo uma estrada asfaltada que liga à ponte de Argul, uma construção de pedra que marca o regresso a Pesoz. A última parte do percurso volta a subir até ao ponto de partida, fechando um percurso que une a natureza, a arquitetura tradicional e o legado histórico de uma das aldeias mais singulares do oeste asturiano.
Esta rota circular, de dificuldade moderada, oferece uma experiência única para aqueles que desejam descobrir a paisagem fluvial e o património cultural do concelho de Pesoz.
- Atravessa parcialmente a ZEC Cuenca del Agüeira da Rede Natura 2000.
- PR-AS 117
Conselhos básicos antes de ir para as montanhas
- Evitar aproximar-se do gado.
- Se encontrar mastins a proteger o gado, não se aproxime deles, não lhes faça festas e não os alimente. Não permita que o sigam ou que se afastem do rebanho. Eles estão a trabalhar.
- Se for com um cão, mantenha-o sempre preso por uma trela.
- Não deixe rasto. Recolha todos os seus resíduos, incluindo os orgânicos. A natureza não é uma lixeira.
- Agir com prudência. Planeiebem o seu percurso, leve tudo o que precisa e certifique-se de que está adaptado às suas capacidades físicas.